
Médico de Maradona enfrenta pedido de 12 anos de prisão por homicídio
O Ministério Público da Argentina solicitou uma pena de 12 anos de prisão e 10 anos de inabilitação profissional para Leopoldo Luque, médico particular de Diego Maradona, que faleceu em 2020. Luque é acusado de homicídio simples com dolo eventual, e outros cinco indivíduos também enfrentam pedidos de penas.
Além de Luque, a coordenadora de cuidados domiciliares, Nancy Forlini, pode receber 10 anos de prisão e inabilitação profissional, enquanto a psiquiatra Agustina Cosachov enfrenta uma pena de oito anos. O psicólogo Carlos Díaz pode ser condenado a cinco anos, e dois enfermeiros, Mariano Perroni e Ricardo Almirón, a quatro anos de prisão.
O julgamento, que começou em abril, incluiu 45 audiências e 75 depoimentos. Os promotores alegaram que os médicos falharam em suas obrigações e deixaram Maradona em uma situação vulnerável, caracterizando o tratamento como desorganizado.
