
Promotoria solicita penas de 4 a 12 anos para equipe médica de Maradona
A Promotoria da Argentina requereu penas de quatro a doze anos de prisão para a maioria dos membros da equipe médica que assistiu Diego Maradona durante sua internação domiciliar antes de sua morte em 2020.
O promotor Patricio Ferrari pediu 12 anos para o médico pessoal de Maradona, Leopoldo Luque, 10 anos para a coordenadora da assistência médica, Nancy Forlini, e 8 anos para a psiquiatra Agustina Cosachov. Outros três membros da equipe, incluindo um psicólogo e um enfermeiro, enfrentam acusações de homicídio culposo, com penas solicitadas de cinco e quatro anos, respectivamente.
Maradona faleceu em 25 de novembro de 2020, devido a um edema pulmonar e uma parada cardiorrespiratória. Durante o julgamento, que já dura sete meses, os promotores alegaram que a equipe médica agiu com indiferença e negligência, colocando o jogador em situação de vulnerabilidade. As filhas de Maradona estavam presentes no tribunal e demonstraram emoção ao ouvir as alegações.
